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Como é a Pessoa Boa na Vida em Sociedade

No início do Cristianismo, São Pedro resumiu a missão de Jesus Cristo: “Jesus andou fazendo o
bem”. Nossa vida devia se assemelhar a de Jesus. Seria bom que Deus pudesse olhar nossa vida e achasse que, até hoje, fizemos o Bem. Uma das impressões mais gratas que temos é a de ter conhecido uma pessoa boa, seja um parente próximo, uma antiga amiga. Fica como uma recordação agradável. Seja qual for a razão lembraremos dessa pessoa como uma influência boa na nossa vida. Talvez não saibamos definir, mas sabemos que essa pessoa nos fez o bem.

A bondade de uma pessoa se mede por sua irradiação. O homem bom tira boas coisas do seu tesouro. O bom tesouro é o interior da pessoa. Essa irradiação de bondade só pode ser verdadeira se vier direto do coração. 

É preciso distinguir entre a bondade verdadeira e a aparente.

Freqüentemente nos referimos a alguém como:

“Ela é tão boa...coitada!” ou

“Apesar de tudo, ela é uma boa pessoa”.

Essa é uma bondade morna, frágil, superficial e se apóia em dois pilares:
  1. Temperamento complacente – aceita tudo, não é de se revoltar. Jamais seria capaz de levantar um cartaz e protestar. Isso não é exatamente bondade. Talvez ela nos ouça muitas vezes, mas não dá nunca uma opinião sincera sobre o que estamos dizendo. Na verdade,  talvez ela tenha um  interesse próprio para estar ali nos escutando, namorar o nosso irmão por exemplo, ou talvez nem  esteja ouvindo, mas o fato é que isso não é bondade verdadeira. Talvez alguém que nos diga algo que não gostamos muito de ouvir, uma correção fraterna, esteja se importando mais conosco do que aquela pessoa, "boazinha". Esse tipo de pessoa na verdade tem um sentimentalismo brando. Quer fugir do desentendimento com alunos, colegas.

Conta-se a história de um jornalista jovem que foi entrevistar um senhor de 105 anos.

“Qual o segredo para chegar a essa idade?”

“- Não discutir”.

“_ Não é possível! Deve haver outra coisa...”

“- É, pode ser...”

A pessoa concorda com todo o mundo, para não se aborrecer. A pessoa dá razão aos outros, mesmo que não tenham. Cede nas opiniões, quer concordar sempre com os outros para não brigar ou não se dar ao trabalho de levar a sério e pensar sobre o que estão lhe dizendo. Esse concordar silenciosamente, onde a pessoa prefere não dizer nada, para não criar um clima tenso é típico em pessoas fracas. A pessoa pode até ficar bem, mas não faz o Bem aos outros. É falsamente boa. No fundo é egoísta.

Mas o  amor é exigente.

Quando amamos de verdade, percebemos que não podemos silenciar ou concordar só para não fazer o outro sofrer um desconforto, ou as exigências da verdade. Portanto, quem é realmente a pessoa boa? A que nos faz o Bem. Nossos pais, muitas vezes, disseram NÃO para os nossos desejos. E se os pais são bons e não levados pelos comodismos e defeitos fazem isso para o bem dos filhos. 

Como é a Pessoa Boa?

  1. Ser paciente, mesmo na adversidade.
  2. Ser aplicado, ou seja colocar o coração no que se está fazendo. 
  3. Ajudar os outros desinteressadamente.
  4. Ajudar as pessoas a despertar do sono da mediocridade, olhar para cima, a crescer.
  5. A pessoa boa, às vezes, é vista como BOBA por não aderir a espertezas, frequentar lugares pervertidos, aceitar comportamentos inadequados. É preciso nunca se deixar levar pela pressão da opinião alheia se nos leva a desviar do bom caminho. 
  6. Sobressai, sem querer sobressair.
  7. Se impõe pelas qualidades que tem. 
  8. Tem algo “diferente” que atraia, que inspira confiança.
  9. Inevitavelmente a pessoa boa credita em valores mais altos e não hesita em pautar sua vida por eles.
  10. Abraça, com firmeza, a honestidade, o sacrifício, o serviço aos demais.
  11. E, apesar dos sacrifícios, parece alegre, realizada.

A Pessoa Boa nos Desperta e nos faz Acreditar que é Possível

  1. Ter uma boa família.
  2. Ter amizades verdadeiras.
  3. Ser uma pessoa correta e estimada.

IMPORTANTE: a verdadeira bondade supõe coerência entre o interior e o exterior. As pessoas boas têm credibilidade.

Há momentos de ira e cansaço, mas havendo essas falhas, a pessoa não é escrava de sentimentos pequenos como ser egoísta ou infantilizada por uma visão caricata do que seja bondade.

 A bondade vem de uma dupla conjuntura:

Da graça de Deus e de nossa ajuda pessoal.

Só Deus é bom. Em nós há uma semelhança com Deus quando crescemos na fé. O Cura d’Ars tinha um bom nome crescente. Um homem sem fé quis conhecê-lo. Deu uma olhada e voltou para Paris. 
Quando os amigos lhe perguntaram, com ironia, ele respondeu: - “Vi Deus num homem”.

A luta → para sermos bons, temos que ser fortes conosco, pois precisamos combater nossos defeitos.

São Josemaría Escrivá, o santo da vida cotidiana, no seu livro Caminho nos recordava: “Aprende a dizer que não” (a você mesmo).  Ou seja:

  1. Não à moleza nas tarefas de casa, nos deveres profissionais e sociais. 
  2. Também é preciso dizer não às reclamações chatas em casa que não construtivas.
  3. Não à vaidade boba. 
  4. Não, à desordem, bagunça.

De certa maneira, nossa luta é contra nós mesmos nas inclinações que nos impedem de realizar todo o bem que poderíamos e contra as más influências do ambiente.

Do combate, surge a criatura NOVA. 

Escreva nos comentários uma nova maneira de ser bom.

Ex.: Pessoa gasta seu dinheiro de forma pouco caritativa.